sexta-feira, 30 de março de 2012

O teu retrato

A rosa vermelha
 Que te dei
Os meus beijos levava
As minhas lágrimas
Apanhava
Tu não as quiseste
Triste fiquei
Mas a rosa guardei
Guardei-a junto
Ao teu retrato
Para de ti me lembrar
Mas ainda assim
O meu coração
Continua a chorar
Com o passar do tempo
A rosa que te quis dar
Foi morrendo
E junto com ela
O meu amor e sentimento
Assim foi a rosa
Foi o teu retrato
O meu amor
As minhas lágrimas
Tudo desapareceu
A vida continua
Mas uns olhos iguais
Aos teus eu continuo-o
A buscar

Perdida

Quem um dia se perdeu
No mundo por sofrimento
Hoje não se consegue encontrar
Na vida anda à deriva
Sem saber o que faz
Mas por fim se encontrou
Porque se enamorou
A vida agora tinha sentido
Vivia com alento
Sem sofrimento
Agora enamorada e amada
Amando cada momento
Cada galão de ar que respira
Assim vive a vida
Como se num jardim morasse
E assim vivia feliz
Amava e era amada

Mulher

Uma rosa
Uma mulher
Espinho
Uma vida
Tortuosa e cansada
Com lágrimas no rosto
Mas capaz de um sorriso
Nos momentos mais difíceis
Mulher, filha,mãe, amiga e amante
Um ser capaz de sofrer em silêncio
Mulher sofre por um filho
Sofre por um homem
Sofre pela vida
Mulher uma força rara da natureza


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Hoje

Pois bem amigos, hoje ao falar com um amigo dei-me conta que a vida é uma pura ilusão,  ele comentou comigo que está farto de estar em casa, já se encontra reformado tem imensos problema e não consegue digeri-los, pois é que nunca pensou que fosse assim quando chega-se a sua vez está desiludido com tudo.
Mas é claro que quando chega a nossa vez nunca pensamos que um dia seriamos nós, é verdade mas a realidade é assim mesmo nua e crua, teremos que caminhar para essa etapa das nossas vidas com a mente aberta a tudo ou a quase tudo, a vida tem destas coisas é que a partir de uma certa idade temos que esperar o mesmo que acontece aos outros, pois não somos diferentes, hoje foi ele amanhã serás tu ou eu por isso vamos lá viver um dia de cada vez, esperando cada amanhecer, esteja a fazer sol ou a chover, e pensar que augures neste mundo alguém se encontra em piores condições que nós próprios.
Embora não seja nada fácil, mas esperemos que o dia de amanhã seja sempre melhor que o de hoje, um bem haja para todos nós. e para a vida

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A vida como um carangueijo

A vida como um carangueijo, porque andamos todos os dias a andar um pouco mais para trás, o nosso 1º ministro já retirou os feriádos e agora é o que nos resta para divertir, como diz o ditado a vida são dois dias e o carnaval três mas parece que nem esses três dias temos direito.
Pela rumo que isto está a andar qualquer dia nem para o estado ganhamos, pois corremos todos os dias de um lado para o outro mas não vale a pena, vão todos os dias nos tirando alguma coisa.
Quando não houver mais por onde tirar, quero ver como é que eles ( estádo) vão viver com todo os luxos que têm.
Não há direito como é que o pessoal que já gastou para os festejos de carnaval vão recuperar, pois não havendo esses festejos as pessoas estão a trabalhar e lá se vão os ganhos.
Mas certamente que o nosso 1º irá levar a familia de férias carnavalescas para algum sitio que seja longe dos olhares dos portugueses, começou muito bem vamos fazer isto e aquilo mas no fundo não passa de outro rapa tacho como todos os que têm entrado para a politica.
Mas tem que ter muito cuidado o tacho é grande mas está a ficar vazio.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Iluminada

Naquela cidade
Cheia de luz e de cor
Contavam-se estrelas
Numa noite de calor
Sentados no banco
Do jardim abraçados
Olhando o céu ficaram
Até ao  nascer do sol
Dali partiram cansados
Mas alegres e enamorados
Buscando outra noite
Estrelada nesta ou outra
Cidade iluminada
Fazendo juras de amor
Interminaveis
Tendo como companhia
As estrelas numa noite
De luar

Solidão

Vivia só e triste
Numa penumbra sem fim
De olhos negros
Vestes a condizer
A noite era a sua vida
Vida feita de escoridão
Vida de solidão
Uma vida feita
No fio da navalha
Assim andava
Presa por um fio
Triste e só
E olhar sombrio
Vivia na solidão
Ria-se por fora
E sangrava no coração
Por aí andava aquela
Alma na noite sombria
Até que na negra noite
Saíu  triste e só
Noite fria e gelada
Muribumda lá ía
Vagueando na estrada
 Que era a sua vida
Cansada e triste
Desapareceu aquela alma
Sombria que na solidão
vivia.