quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A Vida



Que um dia
Ao acordares
Te sintas vivo
Com a vida
A fluir a correr
Através do mar
Do ar da terra
Enfim sente-a
Dá-lhe tempo
Para correr vive-a
Com o respeito
Que merece
A vida
É tudo e nada
Á a natureza
É a força
Que tens dentro de ti
Respira fundo
E deixa passar
Agarra-a sem esforço
Cresce
Aprende e ensina
Vive os momentos
São esses os mais belos
Da tua vida

Trevas





Dá-me amor
Faz com a minha vida
Mereça ser vivida
Valha a pena
Sem esse teu amor
Desespero
Sinto me mergulhada
Nas sombras das trevas
Dá me o teu amor
Deixa me sair daqui
Ou então me deixa de vez
Aqui sozinha nesta escuridão
Nesta incerteza de vida
Nesta angustia
Mas eu não quero
Não quero aqui ficar
Quero o teu amor
Quero a luz e o teu calor
O teu beijo e o teu abraço
Dá me o teu amor

Despida



Despida
Despida de preconceitos
De tudo e de nada
Olha para a frente
Nunca para trás
Limpa os olhos
Começa tudo de novo
Sem preconceitos
Dá a mão
A quem tiveres que dar
Não tenhas receio
 Hoje ele
Amanhã serás tu
Despida
Despe-te não da roupa
Mas dos atritos
Das diferenças
Vais ver que verás melhor
Despida de preconceitos
Pois só assim serás
Serás diferente
Serás livre
despida

Perdidamente


AMO-TE PORQUE TE AMO NESTE MOMENTO.
 E EM TODOS OS MOMENTOS PENSO EM TI
 E ENTÃO NESSES MOMENTOS DESEJO SER O VENTO
 PORQUE MEUS PENSAMENTOS ESTÃO SEMPRE EM TI AMOR
QUERO SOPRAR DEVAGARINHO NO TEU OUVIDO EU AMO-PORQUE TE AMO QUERO TOCAR TEUS CABELOS
QUERO BEIJAR TUA BOCA DOCE
EMBALAR-TE NO MEU CARINHO
QUASE SEM TE TOCAR RETER TEU CALOR EM MIM
 TE DIZER AO OUVIDO AMO-TE PORQUE TE AMO
 SE EU FOSSE O VENTO CHEGARIA COMO UMA BRISA FRESCA AMOR
PERDIA-ME NO TEU CORPO
TE SEGURANDO E TE CANTANDO EU AMO-TE
 PORQUE TE AMO
E PERDIDO NOS TEUS BEIJOS
NO TEU CORPO ABANDONADO
 TE FALARIA DOS MEUS SONHOS
 PORQUE É DOCE SONHAR AMOR
SÓ DE PENSAR QUE TU ÉS A MINHA DOCE INSPIRAÇÃO
MINHA MOTIVAÇÃO  AMO-TE PORQUE TE AMO
 E NÃO VOLTO ATRÁS NÃO

Deitada



Aqui deitada me encontro
Tentando voltar ao passado
Sem preconceitos
Assim deitada
Como que acabada de nascer
Como se só estivesse
Neste mundo
Aqui deitada
Procurando-me
Incessantemente
Perdi-me não me conheço
Já nem sei quem sou o que sou
Aqui deitada
Nesta terra neste mar
Tentando- me encontrar
O meu eu desapareceu
Que a minha alma
Vaguem por esse mundo
Até me encontrar
Quem sou o que sou
Não sei mas aqui deitada
Ficarei até me encontrar
Aqui deitada