Na vida tudo acontece
E nada é por acaso
Assim dita a experiência
Adquirida através do tempo
Poia lá ía ela
No meio daquele trobulhão
De pessoas desconhecidas
Deparando-se assim
Com uma imensa multidão
Ficou parada bem no meio
Como se o tempo não correce
Tentando adivinhar as angustias
Os sofrimentos
Daquelas gentes em seu redor
Ouvindo os risos as palavras soltas
Vendo os olhares desconfiados
Tentando perceber o que ali fazia
Qual o prepósito de tamanha confusão
Quando de repente
Ao longe ouviu um choro
Virou-se vendo assim
Uma mãe carregando
O filho em seus braços
Lembrando-se assim
Que afinal o seu prepósito
Neste mundo era exactamente
Evoluir e criar os seus filhos
Pôs-se por fim em andamento
Chegando a casa
Com um sorriso no seu rosto
Cansado e exausto
Mas com os braços
Com o tamanho do mundo
Abraçando os seus filhos amados
Por isso na vida
Tudo acontece
E nada será por acaso.

Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigado pelos comentários